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Gestão de ativos criptográficos: como centralizar chaves, certificados e segredos com segurança?

A gestão de ativos criptográficos é o conjunto de processos e tecnologias utilizados para identificar, proteger e administrar chaves criptográficas, certificados digitais e segredos de aplicações. Para centralizar esses ativos com segurança, as instituições precisam combinar inventário, custódia adequada, controle de acesso, automação do ciclo de vida e auditoria contínua.

Em bancos, fintechs e empresas de meios de pagamento, esses elementos sustentam operações essenciais, como autenticação entre sistemas, assinatura digital, proteção de transações e integração com infraestruturas financeiras.

Entretanto, à medida que as aplicações se multiplicam, os ativos também ficam distribuídos entre servidores, microsserviços, ambientes em nuvem e sistemas legados.

O desafio não é apenas armazená-los em um local seguro, mas garantir que cada ativo seja utilizado corretamente, permaneça disponível e possa ser administrado sem comprometer a operação.

What are crypto assets?

Ativos criptográficos são elementos utilizados para executar ou apoiar mecanismos de segurança, como criptografia, autenticação e assinatura digital.

Em uma abordagem de governança corporativa, também é importante considerar os segredos e as credenciais associados às aplicações, embora nem todos sejam, tecnicamente, chaves criptográficas.

Os principais ativos incluem:

  • Chaves criptográficas: utilizadas para criptografar, descriptografar ou assinar informações;
  • Certificados digitais: associam uma chave pública a uma identidade, conforme as regras da infraestrutura de certificação;
  • Segredos de aplicações: senhas técnicas, tokens, credenciais de APIs e informações utilizadas na autenticação entre sistemas.

Esses ativos possuem características diferentes e, portanto, exigem políticas específicas de proteção.

Como gerenciar chaves criptográficas com segurança?

As chaves criptográficas são fundamentais para a proteção de dados e transações. Seu comprometimento pode permitir operações não autorizadas, exposição de informações ou falsificação de assinaturas, dependendo da finalidade da chave.

Uma estratégia adequada precisa contemplar todo o ciclo de vida:

Geração: criação com algoritmos e fontes confiáveis de aleatoriedade.

Custódia: armazenamento em mecanismos compatíveis com o nível de criticidade.

Utilização: acesso restrito às aplicações e operações autorizadas.

Rotação: substituição conforme políticas de segurança e necessidades operacionais.

Revogação ou desativação: interrupção do uso quando a chave perde sua validade ou apresenta suspeita de comprometimento.

Retenção e destruição: preservação temporária quando necessária e eliminação segura ao final do ciclo de vida.

Para proteger esses ativos, as instituições podem utilizar sistemas de gerenciamento de chaves (KMS), módulos de segurança de hardware (HSM) e cofres de segredos (Vault).

A escolha depende dos requisitos técnicos e regulatórios aplicáveis.

Centralizar a gestão não significa necessariamente armazenar todas as chaves no mesmo equipamento. É possível manter políticas unificadas enquanto diferentes mecanismos realizam a custódia.

Temos um texto que fala mais sobre o ciclo de vida das chaves criptográficas, confira!

Como administrar certificados digitais e evitar interrupções?

Os certificados digitais são utilizados para associar identidades a chaves públicas e apoiar mecanismos de autenticação, assinatura digital e comunicação segura.

No mercado financeiro, aparecem em integrações entre aplicações, conexões TLS e mTLS e operações que exigem validação de identidade.

Sua gestão envolve atividades diferentes da administração das chaves privadas.

Entre os principais controles estão:

  • Inventário dos certificados e respectivos responsáveis;
  • Identificação das aplicações que dependem de cada certificado;
  • Acompanhamento dos prazos de validade;
  • Renovação e substituição planejadas;
  • Verificação da cadeia de certificação;
  • Revogação quando aplicável;
  • Monitoramento de falhas de validação.

Um certificado expirado pode interromper a comunicação entre sistemas mesmo quando a infraestrutura permanece disponível.

Por isso, a renovação deve considerar também a implantação do novo certificado e os testes das aplicações dependentes.

Outro cuidado é separar o certificado, que contém a chave pública e informações de identificação, da chave privada correspondente, que exige proteção específica.

Como proteger segredos e credenciais de aplicações?

Segredos são informações utilizadas para autenticar aplicações, acessar serviços ou executar operações autorizadas.

Entre os exemplos estão tokens, senhas de contas técnicas, credenciais de bancos de dados e chaves de acesso a APIs.

Diferentemente de muitas chaves criptográficas, esses ativos podem precisar ser apresentados diretamente ao serviço de destino.

Por isso, seu gerenciamento deve considerar mecanismos próprios de armazenamento, distribuição e renovação.

As principais práticas incluem:

  • Evitar credenciais inseridas diretamente no código-fonte;
  • Utilizar repositórios seguros para armazenamento;
  • Restringir o acesso conforme a identidade da aplicação;
  • Disponibilizar segredos apenas quando necessários;
  • Automatizar a renovação quando houver suporte;
  • Revogar credenciais comprometidas;
  • Registrar acessos e alterações administrativas.

Também é recomendável evitar segredos permanentes quando existem alternativas de autenticação baseadas em identidades de serviço e credenciais temporárias.

KMS, HSM e Vault: qual é o papel de cada tecnologia?

Essas tecnologias podem atuar de maneira complementar na gestão de ativos criptográficos.

TechnologyPrincipal função
KMS (Key Management System)Gerenciar chaves criptográficas, políticas de utilização, acessos e etapas do ciclo de vida.
HSM (Hardware Security Module)Proteger chaves em hardware especializado e executar operações criptográficas.
VaultArmazenar e controlar o acesso a segredos, credenciais e, conforme a implementação, chaves criptográficas.

Um KMS pode utilizar um HSM para proteger chaves privadas. Da mesma forma, determinadas plataformas Vault oferecem recursos de criptografia e gerenciamento de chaves.

Portanto, não é necessário escolher uma única tecnologia para todas as necessidades.

A arquitetura deve considerar quais ativos precisam ser protegidos, como serão utilizados e quais mecanismos oferecem o nível de segurança adequado.

Como centralizar ativos criptográficos sem criar um ponto único de falha?

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A centralização facilita a aplicação de políticas, mas exige cuidados para evitar que uma falha comprometa múltiplas aplicações.

Uma estratégia adequada deve considerar quatro aspectos.

Inventário e classificação

O primeiro passo é identificar os ativos existentes, suas finalidades, responsáveis e dependências.

Também é necessário classificá-los conforme a criticidade das operações que protegem.

Uma chave utilizada para assinar mensagens financeiras pode exigir controles diferentes daqueles aplicados a uma credencial de ambiente de testes.

Controle de acesso e segregação de funções

O acesso deve seguir o princípio do menor privilégio.

O RBAC (Role-Based Access Control) permite estabelecer permissões conforme os papéis de usuários e aplicações.

Para operações sensíveis, também podem ser necessários mecanismos de segregação de funções e aprovação adicional.

Disponibilidade e recuperação

A infraestrutura deve contemplar redundância, monitoramento, backup e procedimentos de recuperação compatíveis com os ativos protegidos.

É importante observar que determinadas chaves privadas possuem restrições de exportação.

Nesses casos, a recuperação depende dos mecanismos suportados pela tecnologia de custódia.

Auditoria e monitoramento

A instituição deve registrar eventos como utilização de chaves, alterações de permissões, renovações e operações administrativas.

Os registros precisam ser protegidos e disponibilizados para investigação de incidentes.

O objetivo é centralizar o controle e a visibilidade, sem concentrar desnecessariamente todos os riscos em um único componente.

Quais são os principais desafios da gestão de ativos criptográficos no mercado financeiro?

Instituições financeiras precisam proteger ativos distribuídos entre diferentes aplicações e ambientes tecnológicos.

Entre os principais desafios estão a diversidade de mecanismos de custódia, o gerenciamento de certificados, a integração com sistemas legados e a necessidade de disponibilidade contínua.

Também existem requisitos específicos para operações com o Banco Central, a NÚCLEA, o Pix e outras infraestruturas financeiras.

Nesses ambientes, falhas de assinatura digital, certificados ou permissões podem impedir o processamento de mensagens e arquivos.

Por isso, a gestão de ativos criptográficos precisa estar integrada à arquitetura operacional e aos processos de segurança da instituição.

Como o PRODIST STS contribui para a gestão de ativos criptográficos?

O PRODIST STS é a solução da PRODIST para operações de criptografia, assinatura digital e gerenciamento de chaves em ambientes financeiros críticos.

A tecnologia permite centralizar a gestão das chaves utilizadas pelas aplicações e integrar diferentes mecanismos de custódia.

Its features include:

  • A dedicated KMS for key management;
  • Integração com HSMs compatíveis;
  • Integração com Vaults e serviços KMS em nuvem;
  • Role-Based Access Control (RBAC);
  • mTLS authentication;
  • Encryption and digital signatures;
  • Integração por componentes, sistema de arquivos ou microsserviços com OAuth2;
  • Implantação em infraestrutura local ou em nuvem.

Essa flexibilidade permite que cada instituição defina sua estratégia de proteção de chaves conforme os requisitos de segurança e a arquitetura existente.

O PRODIST STS também atende operações criptográficas utilizadas em integrações com sistemas do Banco Central e da NÚCLEA, incluindo empacotamento e validação de mensagens e arquivos baseados no protocolo de segurança do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Além disso, oferece funcionalidades relacionadas à segurança das integrações com o Pix.

É importante distinguir a gestão de chaves oferecida pelo PRODIST STS da administração completa de todos os certificados e segredos corporativos. Esses ativos podem exigir ferramentas e processos complementares, integrados à estratégia de segurança da instituição.

Dessa forma, a PRODIST contribui com uma camada especializada de proteção criptográfica, sem exigir que todos os mecanismos de custódia sejam substituídos.

PRODIST: referência em criptografia e segurança para operações financeiras críticas

Proteger ativos criptográficos exige mais do que implementar ferramentas de armazenamento. É necessário compreender como esses ativos participam das operações e garantir que sua gestão acompanhe a evolução dos sistemas.

A PRODIST desenvolve soluções para esse cenário desde 1987, acumulando vasta experiência no mercado brasileiro.

Sua trajetória inclui tecnologias em operação desde o início do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), em 2002, e experiência no atendimento a mais de 40 instituições financeiras.

A empresa atua no desenho, implantação e sustentação de soluções de criptografia e integração, combinando tecnologia própria com suporte técnico especializado.

Seus diferenciais incluem atendimento direto por especialistas, resposta inicial a chamados em até 15 minutos no horário comercial, suporte bilíngue e modalidades que contemplam atendimento 24×7.

Para bancos, fintechs, cooperativas de crédito e empresas de meios de pagamento, essa experiência contribui para estruturar soluções compatíveis com ambientes que exigem segurança, estabilidade e continuidade.

Conheça a PRODIST e entre em contato com a equipe técnica para avaliar como fortalecer a gestão e a proteção dos ativos criptográficos da sua instituição.

FAQ – Gestão de ativos criptográficos

O que é gestão de ativos criptográficos?

É o conjunto de processos e tecnologias utilizados para identificar, proteger, controlar e administrar chaves criptográficas, certificados digitais e ativos de segurança relacionados.

Quais são os principais ativos criptográficos?

Os principais são chaves criptográficas e certificados digitais. Na gestão corporativa de segurança, também são considerados segredos de aplicações, tokens e credenciais técnicas.

Como centralizar a gestão de ativos criptográficos?

É necessário manter inventário atualizado, políticas de acesso, mecanismos adequados de custódia, automação do ciclo de vida e auditoria das operações.

Qual é a diferença entre KMS, HSM e Vault?

O KMS gerencia chaves criptográficas, o HSM protege chaves em hardware especializado e o Vault administra segredos e credenciais, podendo oferecer recursos criptográficos.

Como evitar problemas com certificados digitais expirados?

Mantenha inventário, monitore os prazos de validade e estabeleça processos de renovação, implantação e testes antes do vencimento.

 Por que a rotação de chaves criptográficas é importante?

A rotação ajuda a limitar o período de utilização das chaves e reduz riscos associados à exposição prolongada, conforme as políticas e necessidades de cada aplicação.

Como o PRODIST STS apoia a gestão de ativos criptográficos?

O PRODIST STS oferece gerenciamento de chaves, criptografia, assinatura digital, controle de acesso e integração com HSMs, Vaults e serviços KMS em nuvem.

A gestão de ativos criptográficos garante conformidade regulatória?

Não isoladamente. Ela contribui para implementar controles de segurança, mas a conformidade depende dos requisitos aplicáveis, da arquitetura e dos processos da instituição.

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Technology for secure financial transactions. Prodist develops encryption and digital signature solutions for the Pix, SFN, NÚCLEA, and SPED ecosystems to meet the regulatory requirements of the financial market.

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